Aposentados e pensionistas começam a receber 1ª parcela do 13º salário

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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta segunda (27) a primeira parcela do 13º salário, que corresponde a 50% do valor. Ao todo, cerca de 30 milhões de beneficiados terão direito ao abono salarial e a estimativa do Governo Federal é que a antecipação, chamada gratificação natalina injetará R$ 20,6 bilhões na economia do País até setembro. Com esse dinheiro extra na conta, qual seria a melhor forma de utilizar esse valor a mais no orçamento? Segundo especialistas em educação financeira, antes de qualquer ação, o primeiro passo é tanto o aposentado quanto pensionista conhecer a sua realidade financeira.

Isto porque, de acordo com os educadores, dinheiro extra não deve ser utilizado para quitar dívidas e nem fazer novas compras, mas sim para ser poupado para a realização dos sonhos, afinal, o correto é não depender de valores extras para pagar as contas, mas sim utilizar o orçamento que já possui. “Pode até parecer um contrassenso, mas em muitas vezes, quando se tem uma renda extra se passa a ter problemas financeiros”, comenta o educador financeiro da DSOP, Arthur Lemos.

Ele explica o fato à falta de educação financeira de grande parte da população. “Mais renda, mais crédito e capacidade de consumo maior, que sem cautela, pode levar o aposentado e pensionista ao endividamento e eventual inadimplência”, explica.

Para o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, assim que receber essa primeira parcela, que é a maior, pois não incide o Imposto de Renda (IR) sobre o valor, os segurados devem fazer um diagnóstico financeiro. “Eles devem anotar todos os gastos ao longo de um mês, separando-os em categorias (alimentação, combustível, vestuário, etc.). Dessa forma, verá exatamente com o que está gastando e onde está havendo excessos, para diminuí-los ou até cortá-los, se for o caso”, revela o educador, que completa dizendo que se a pessoa sabe identificar se é endividada, equilibrada ou investidora, será mais fácil descobrir o que fazer com o 13º.

Aos que estão endividados, os especialistas indicam que seja dada prioridade às dívidas que possuem os maiores juros, como cheque especial e cartão de crédito, por exemplo. “Pode ser vantajoso sim utilizar esse recurso adicional para essa finalidade, afinal, as taxas de juros são superiores as taxa de retornos de investimentos”, enfatiza Lemos.

Já para quem não possui dívida, mas não consegue poupar, o consenso é que aproveite o valor extra para começar a pensar no futuro. “Mesmo sem dívida, em um primeiro imprevisto, poderá passar para endividado da noite para o dia”, comenta Domingos. Lemos lembra que o dinheiro extra é uma antecipação do abono natalino por um motivo – as despesas do fim do ano são maiores. “Se você gasta essa parcela agora, quando essas despesas chegarem você não vai ter como arcar com os custos do período e o pior, se expor a uma situação de dívida”, conclui o educador financeiro.

Previdência é uma opção para quem não é poupador

A Brasilprev, empresa de previdência da BB Seguros, coloca ao alcance dos correntistas do Banco do Brasil a partir de hoje uma nova alternativa em previdência privada – o Brasilprev Fácil. Voltado ao público que ainda não tem o hábito de poupar para o futuro, a novidade tem contratação fácil, valor de aporte acessível e visa inserir milhares de brasileiros no mercado de planejamento financeiro para o período da aposentadoria. “Desde a criação da previdência privada no país, o mercado atingiu, em grande parte, uma parcela da população com renda mais elevada, focada em diversificar os investimentos e proteger patrimônio. Agora, entramos em um novo momento, em uma segunda onda da previdência, em que é preciso criar soluções simples para que os demais estratos sociais também aproveitem os benefícios que só uma solução de previdência entrega.

“O Brasilprev Fácil surgiu alinhado a este novo cenário”, revela o presidente da BrasilPrev, Marco Barros. De acordo com Barros, o produto possui várias vantagens. A primeira delas envolve a facilidade no momento da contratação, já que por ter configurações preestabelecidas ele torna o processo ágil e bastante assertivo. “Com aportes iniciais de R$ 100, as pessoas terão a oportunidade de formar reservas/patrimônio de forma fácil, por meio de contribuições que cabem no bolso”, reforça Barros. Segundo ele, para quem ainda não poupa para o futuro, o Brasilprev Fácil é um ótimo começo. “Indicamos iniciar com uma contribuição mensal de 7% da renda. Após esse primeiro passo, o cliente passa a ter acesso aos conteúdos e consultoria especializada da Brasilprev, o que ajudará a entender melhor as possibilidades do plano para potencializar o investimento”, explica Marco Barros, completando que nunca é tarde para começar a poupar. “O importante é começar, e começar agora. Por isso trouxemos essa solução ao mercado”, finaliza.

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