CTTU nega uso de arma de eletrochoque em abordagem na Zona Sul

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A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) desmentiu a informação que circula nas redes sociais de que um homem teria sofrido uma parada cardíaca após ser abordado por um agente com uma taser, arma de eletrochoque. O caso teria acontecido em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

Segundo nota enviada pela assessoria de comunicação da CTTU, durante uma ação de fiscalização de rotina, agentes em motos tentaram abordar um motociclista na avenida Vinte de Janeiro. O motociclista foi acompanhado até a rua Armindo Moura, onde foi abordado e, ainda de acordo com a nota, teria apresentado sinais de mal súbito.

A CTTU ainda informou que um dos agentes prestou socorro à vítima e acionou o Corpo de Bombeiros, que encaminhou o motociclista com vida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Imbiribeira. O homem permanece internado no local.

Em relação ao uso do taser, a CTTU também nega. “Prova disso é que o equipamento, que só permite um disparo por cartucho, não foi deflagrado e, dessa forma, continua intacto”, diz a nota.

Confira a nota na íntegra:

A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) informa que, durante ação de fiscalização de rotina realizada na manhã desta terça-feira (5), agentes em motos tentaram abordar um motociclista que trafegava na Avenida Vinte de Janeiro, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul da cidade. Sem sucesso, os agentes acompanharam o veículo até a Rua Armindo Moura, onde a abordagem foi realizada. Na ocasião, o condutor já desceu do veículo apresentando sinais de mal súbito. Ao identificar a situação, um dos agentes prestou socorro à vítima e acionou o Corpo de Bombeiros, que deu continuidade ao atendimento o conduzindo com vida para a UPA da Imbiribeira, onde permanece.

Os agentes de trânsito que realizaram a ação afirmam que não houve utilização da taser durante a ação. Prova disso é que o equipamento, que só permite um disparo por cartucho, não foi deflagrado e, dessa forma, continua intacto. Durante a ação, foi constatado que o condutor não tinha permissão para conduzir o veículo que, por sua vez, também não estava devidamente licenciado e foi removido para depósito.

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