Divulgados retratos falados de suspeitos de invadir imóvel e atacar universitárias

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Um mês após o assalto a um apartamento que culminou com duas estudantes universitárias violentadas no bairro da Matriz em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, a Polícia Civil de Pernambuco divulgou o retrato falado do segundo suspeito do crime e as imagens de uma câmera de segurança do imóvel que podem ajudar a identificar e capturar os dois homens. O retrato falado do primeiro suspeito foi divulgado na última quarta-feira (9).

O Disque Denúncia está oferecendo mil reais para quem tiver informações que ajudem na identificação dos suspeitos. O telefone é 3421.9595 e não é preciso se identificar. As informações ainda podem ser repassadas pelo site http://www.disquedenunciape.com.br/.
Imagens de um circuito de segurança e o depoimento de testemunhas indicam que o primeiro homem a entrar no imóvel tem cerca de 1,64 m de altura, era médio forte e, na ocasião, vestia uma bermuda típica de surfista com uma camisa azul, possivelmente estampada. O segundo suspeito deve ter em média 1,70 m, pele morena e usava uma barba baixa na ocasião, além de uma camisa alaranjada. Ainda segundo a polícia, os suspeitos devem ter entre 20 e 30 anos.

De acordo com a delegada da Mulher de Vitória de Santo Antão, Bruna Falcão, as investigações ainda estão em andamento. “Nós cremos que foi algo premeditado. Como vemos nas imagens, o primeiro elemento sobe direto para o segundo andar. O segundo ainda hesita, mas é provável que seja por medo de cair, pois, quando sobe, ele ainda tenta entrar pelo primeiro andar, mas desiste e vai para o segundo. Além disso, a perícia confirmou que a janela por onde entraram estava com a tranca forçada e uma das estudantes havia percebido isso pouco antes do feriado da Semana Santa, mas; devido à rotina muito corrida, elas acabaram não consertando”, explica.

A polícia trabalha com a hipótese de que eles possam ter forçado a tranca da janela, mas isso ainda não foi confirmado. “Nenhuma possibilidade pode ser descartada. Eles podem até ser estudantes das instituições que elas estudam”, finaliza a delegada.