Inclusão é palavra de ordem no bloco ‘Eu Quero Pepitar’

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O Carnaval um o período em que o folião deixa a sua rotina de lado e toma conta das ruas da cidade para brincar e festejar. Não é diferente com quem tem alguma limitação ou deficiência. O que muda, na verdade, são obstáculos arquitetônicos como a falta de acessibilidade. Pensando nisto, a fisioterapeuta Pepita Duran, de 50 anos, criou o bloco “Eu Quero Pepitar”, que reúne foliões com as mesmas limitações. A folia está marcada para este domingo (4), no Bairro do Recife, e terá concentração às 15h na Rua Alfredo Lisboa, nas imediações dos Armazéns. As atrações são Maracatu Batuque APAB e Grupo de Percussão Paranambuca. Cerca de 300 pessoas são esperadas.

A fisioterapeuta explica que, a princípio, o bloco era realizado em sua própria clínica, mas a questão da inclusão começou a ser trabalhada e o bloco ganhou uma proporção maior. “É um limite não só de barreiras arquitetônicas, mas de atitudes. Hoje eu vejo o quanto de espaço o bloco abriu para eles”, afirmou.

Outras agremiações
No sábado, às 8h, a arena do projeto Praia sem Barreira, no Posto 8 da praia de Boa Viagem, tem programação com orquestra de frevo, concurso de fantasia e banho de mar assistido. E, na próxima quarta-feira, o bloco Me Segura Senão Eu Caio desfila, das 14h às 17h, com concentração na praça da Torre. O grupo Inclusão Cia. de Dança ainda não divulgou locais e horários.

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