Irmã de Denirson presta depoimento sobre dias que passou na casa da família, em Aldeia

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Durou cerca de 1h30, nesta quinta-feira (26), o depoimento de Cleonice Paes, irmã do médico Denirson Paes da Silva, assassinado e esquartejado na casa da família em Aldeia, Camaragibe. Na Delegacia de Camaragibe, Cleonica relembrou os sete dias que passou na casa da família antes de descobrir que o irmão estava morto. O filho de Cleonice, Francisco Neto, também esteve presente na delegacia.

Em entrevista exclusiva para o De Olho Em Pernambuco, Cleonice havia contado que, no dia 18 de junho, Jussara havia ligado aos gritos dizendo que Denirson estava desaparecido. Fia, como é chamada Cleonice, perguntou se a cunhada gostaria que ela fosse para Aldeia e ela disse que sim. Ainda nos primeiros dias, Fia sugeriu que fosse feito um Boletim de Ocorrência, Jussara disse que era melhor manter o desaparecimento em segredo. Durante os dias que passou em Aldeia, Cleonice notou muitas contradições na fala da cunhada, comportamento estranho e mentiras.

Fia, falou ainda que toda a família está muito abalada, a base de remédios. Em destaque para o pai de Denirson, Francisco, que era conhecido por andar sempre muito arrumado e hoje anda muito abatido e largado.

Ainda segundo Cleonice, Jussara e Denirson estavam numa fase de muitos desentendimentos, porque ele queria uma vida mais tranquila, por isso estava morando em Aldeia, e a esposa queria uma vida mais agitada.

A irmã viaja na sexta-feira (27) para a Bahia, onde será realizado o enterro no domingo (29), ainda sem horário definido já que depende de quando o caixão chegará.

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