Quadrilha suspeita de tráfico na Zona Oeste do Recife é desarticulada; veja vídeo

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Uma quadrilha suspeita de tráfico de drogas, homicídios e porte ilegal de armas de fogo foi desarticulada e dez de seus principais integrantes foram presos pela Operação Arcanjos, apresentada pela Polícia Civil de Pernambuco nesta quarta-feira (25). Dos detidos, dois são adolescentes. A principal área de atuação do grupo era a comunidade de Vila São Miguel, no bairro de Afogados, Zona Oeste do Recife.

Imagens aéreas divulgadas pela Polícia Civil de Pernambuco mostram o momento em que os policiais cercaram uma residência na comunidade e abordaram os suspeitos [assista ao vídeo abaixo]. No local, foram encontrados 667 papelotes de maconha, meio quilo de maconha prensada, 467 pedras de crack, balança de precisão e material para embalo das drogas, dois revólveres calibre 38, uma pistola calibre 380 e dois carregadores municiados.

As investigações da operação duraram dez meses e, segundo o titular da Delegacia de Afogados, o delegado Igor Leite, cada membro tinha uma função definida. “Uns faziam recebimento, outros, divisão, distribuição, venda e intimidação de rivais com armas de fogo”, detalhou.

Foram presos Gleison Amancio de Brito, de 28 anos; Robson André Barros da Silva Júnior, o Dodô, de 25; Rick de Lima Moreno, de 23; Ana Veruska Fernandes de Oliveira, de 41; Luiz Felipe Alves da Silva, de 24; Geovane Gustavo Alves dos Santos Viana, de 18; dois adolescentes, um de 18 e outra de 16 anos; e duas mulheres – os nomes não foram divulgados – de 24 e 28 anos.

“Um dos mais violentos seria o Gleison, que portava duas pistolas e recentemente havia atirado contra um desafeto. Felipe era outro indivíduo que praticava o tráfico e recebia grande quantidade de entorpecente. Rick também andava armado e exercia a violência quando possível. Já a Ana comandava o tráfico no conjunto habitacional da Vila São Miguel. Ela recebia o entorpecente e era responsável por gerenciar a distribuição”, explicou Igor Leite. “Os adolescentes, por sua vez, eram fornecedores e tinham papéis relevantes porque eram de confiança”, acrescentou o delegado. As investigações continuam com a Delegacia de Afogados.

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