Sobrevivente da queda do Globocop, Miguel precisa de sangue

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Miguel Brendo Pontes Simões, de 21 anos, sobrevivente na queda do Globocop, no último dia 23, precisa de doações de sangue para continuar a recuperação. Doadores, de qualquer tipo sanguíneo, devem procurar o posto de coleta do Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby, área central do Recife.

O rapaz foi o único sobrevivente do acidente que matou duas pessoas. A aeronave, propriedade de uma empresa que presta serviços à Rede Globo Recife, caiu na praia de Brasília Teimosa, na Zona Sul da Capital. Ele é operador de transmissão da empresa Helisae há um ano e meio, trabalhando na captação, gravação e transmissão de imagens para a empresa, onde fez o curso de operador de sistemas. Miguel é enteado do capitão Wagner Monteiro, um dos donos da Heliase. O jovem sofreu vários traumatismos e choque hemorrágico.

Entenda o caso
O helicóptero modelo R44, de matrícula PP-HLI, da Helisae Helicópteros do Nordeste – terceirizada que opera o Globocop, da TV Globo – fazia imagens para a emissora quando caiu, às 6h05 da última terça-feira (23), na praia de Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife. Três pessoas estavam na aeronave.

O comandante Daniel Galvão, de 33 anos, morreu na hora. A controladora de tráfego aéreo sargento Lia Maria Abreu de Souza, de 34 anos – que viajava a convite da Helisae, não estava a serviço da Aeronáutica – chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Moradores dizem ter visto uma ave atingir helicóptero da Globo. A investigação sobre o caso será conduzida pela Polícia Federal. Em nota, a TV Globo lamentou o ocorrido e se solidarizou com as vítimas.

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