Vítima do acidente da Tamarineira, Marcela dá sinais de melhora

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A menina Marcela Motta Guimarães Silveira, 5 anos, tem dado sinais de melhora do estado de coma em que se encontra desde que sofreu um acidente de trânsito há um mês, em 26 de novembro. Ela e o pai sobreviveram à colisão causada por João Victor Ribeiro de Oliveira Leal, 25, que matou a mãe da menina, Maria Emília Guimarães, o irmão, Miguel Neto, e a babá das crianças, Roseane Maria de Brito Souza. O Hospital Santa Joana só deve emitir boletim médico sobre o estado de saúde de Marcela nesta quarta (27).

Segundo informações de uma fonte ouvida pelo DE OLHO EM PERNAMBUCO, na última sexta (22), Marcela estava com nível de consciência 8 na Escala de coma Glasgow (onde o nível 3 é ‘totalmente acordado’), ainda em coma, mas responsivo (reagindo a estímulos). Enquadrada no nível 8 da escala, a paciente responde aos testes, mas não está acordada. Clinicamente, é um quadro de melhora.

Entenda o caso
Bebida, imprudência e alta velocidade foram as causas do acidente que deixou uma criança e duas mulheres mortas, entre elas uma grávida, na noite do último de 26 de novembro de 2017, na Zona Norte do Recife. A colisão ocorreu às 19h32 no cruzamento da rua Cônego Barata com o início da Estrada do Arraial, no bairro da Tamarineira.

O Ford Fusion, placa NMN 3336, que era conduzido por João Victor Ribeiro de Oliveira Leal, 25 anos, trafegava em alta velocidade e ultrapassou um sinal vermelho, atingindo um Toyota RAV4, placa DEZ 9493, onde estava uma família. A mãe, Maria Emília Guimarães, de 39; e a babá Roseane Maria de Brito Souza, de 23, que estava grávida, morreram na hora. O filho do casal, Miguel Neto, que faria 4 anos este mês, faleceu no hospital, durante cirurgia para conter uma hemorragia abdominal. Condutor do SUV da família, o pai, Miguel Arruda da Motta Silveira Filho, de 45 anos, recebeu alta do Hospital Santa Joana no último dia 10. Marcela, 5, filha do casal, continua internada na unidade.

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